sábado, 21 de janeiro de 2017

Arteeblog: Análise de “O Pensador” de Auguste Rodin

Arteeblog: Análise de “O Pensador” de Auguste Rodin: Auguste Rodin – O Pensador – Musée Rodin Análise de “O Pensador” de Auguste Rodin O Pensador é uma escultura em br...

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

terça-feira, 24 de março de 2015

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A SOCIEDADE DO TRABALHO MORTO




Diante dessa premissa, poderemos dizer que viveremos na nova sociedade,
com uma produção que se tornou gratuita para a coletividade.
Para chegarmos lá, teremos que urdir uma nova Politica e uma nova Ética, para que possamos normatizar uma Economia Planificada (planejada) que haverá de vir.
Poderemos aproveitar o muito que já foi feito, em termos de Ética, nas obras de Leonardo Boff “ethos Mundial” e Hans Küng “Ética Mundial”.
Depois do fim da luta de classe entre operários e patrões, a ditadura do operariado ficou inviável; a primeira etapa do marxismo chamada de socialismo, também ficou no vazio. Porque no socialismo real, a primeira etapa do marxismo, seria aproveitar as categorias do capitalismo até se chegar a última etapa – o comunismo. Se não existem mais categorias capitalista, já agonizantes, também cairá no limbo.
Se o capitalismo não se adaptou à terceira revolução industrial, que é a revolução da informática; e o socialismo real que é uma Modernização do capitalismo não conseguir se adaptar, só temos uma saída : atrelar o comunismo cibernético à robótica, à microeletrônica dos nossos dias atuais.
Teremos que eliminar de vez com o mercado financeiro mundial, pois este está servindo de uma âncora falsa à sobrevida do capitalismo já morto nos países centrais. Porque na periferia do mundo ainda há muita extração de Mais-Valia e a robótica está ainda incipiente.
Haveremos de nos mobilizar para isto. Através de uma consenso entre as nações entre patrões e excluídos ou arquitetar uma tomada de poder que resolva de vez com o impasse econômico-político, pois a economia dos países ricos está excrescente.
Não precisaremos tantos robôs espalhados pelo mundo, fruto da sociedade de consumo.
Isto será a primeira transcendência da grande transformação da humanidade – uma sociedade onde a produção sem valor será doada de graça para cada cidadão, e a atividade comunitária permaneça; Tomaremos conta das máquinas cibernetizadas como monitores de forma alternadas de turmas que permaneça de plantão para que não falte suprimentos para a população.
Enfim, avisamos que o “Waterloo” econômico-financeiro está sendo gestado pela crise da política internas das nações. Esta será a última batalha da Economia mundial. Preparemos-nos.
Haveremos que nos organizar, depois disto tudo, para construir uma nova humanidade, uma nova Cultura, onde o bem-estar social prevaleça, respeitando, acima de tudo a vida planetária.
odécio mendes rocha

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Não percas esta mensagem de blog!

28/10/2014 20:49
A UNIVERSIDADE ESTÁ NA U.T.I. DA HISTÓRIA.
A Universidade é um gueto burguês: é o cadinho que transforma a Teoria mais revolucionária em Positivismo sem transcendência. É protetora do Bloco Histórico Imperante; aparato ideológico de Estado. Os professores das Universidades públicas, pagas com o nosso dinheiro, ao formar-se nos traem – vão trabalhar para a classe abastada.
Precisamos urgentemente de uma mudança radical na Universidade. Precisamos unir o saber erudito ao popular. Essas, precisam ressarcir às comunidades das quais dependeram para se formar.
Hoje, precisamos colocar Ética na Universidade.
O bom pensador é sempre execrado pelas Universidades. Fazem tudo para destruir um aluno criativo. Porque o aluno criativo é duro e só faz suas teorias à marteladas, como diria Nietzsche. Por falar em Nietzsche, gosto muito de uma frase sua, que nos diz; “O filósofo assemelha-se a uma explosivo. E tudo o que está ao seu redor corre perigo.”
A universidade não forma pensadores, forma professores de Filosofia. O filósofo, o teólogo e o cientista já nasce com uma mente especulativa, cuja busca não termina com aposentadorias, irá até à Cicuta.
odécio mendes rocha

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Não percas esta mensagem de blog!

30/09/2014 20:29
FIM DA SOCIEDADE DE CONSUMO
Na década de sessenta o movimento da contra-cultura Hippy, abalou o sistema, mas não conseguiu aniquilá-lo, devido não achar a verdadeira causa, não conseguindo, no entanto, cortar as verdadeiras raízes: o trabalho abstrato e valor que levaria o dinheiro a total desvalorização., como já está acontecendo a nível planetário.
Hoje, com o advento da revolução eletrônica, chegamos à conclusão que poderemos destruir o capitalismo clássico e o marxismo tradicional.
À medida que a robótica avança pelas nações do mundo, mais próximo estaremos perto da nova Utopia e uma práxis (uma política) que virá das redes sociais on-line.
Não nos enganemos, a desenfreada busca do petróleo chegará a seu fim, as chaminés poluirá o mínimo do mínimo, porque teremos uma outra forma de energia, menos ecocida que o CO2; os carros transitarão mais ou menos 1/3 do seu total existente. Optaremos pelo transporte ferroviário (metrô, trens bala), pois este é mais societário e eliminará com o egoismo burguês de um carro para cada habitante.
Confiaremos no avanço da Biotecnologia, cujo sonho é criar a Biosfera2. A primeira foi feita por Deus; a segunda Gênesis será feita pelos laboratórios humanos (vide Jeremy Rifikin ” XXI – O Século da Biotecnologia”. Caso não possa criar uma segunda Gênesis, pelo menos possa resolver os vários problemas ecológicos.
Teremos que confiar no avanço desta tecnologia que no futuro invadirá todo o corpo humano, segundo D. Harway em seu livro sobre o Manifesto Cybor (Cyborg: abreviarura de organismo cibernético).
Para terminar, citarei o magistral raciocínio de Clodovis Boff em seu livro O LIVRO DO SENTIDO, tomo I de sua trilogia, ed, Paulus, 2014, quando nos diz: O ecologismo culmina no Panteísmo. Panteismo quer dizer tudo é Deus. Ora, se tudo é Deus, eu sou deus também.
A Ecologia tentanto destruir o antropocentrismo, colocou o homem como Deus. Não é hora de Baruch Spinoza, amigo Leonardo Boff.
odécio mendes rocha

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Odeciomendesrocha Mendes Rocha 22 de fevereiro próximo a Fortaleza Odeciomendesrocha Mendes Rocha LINK PERMANENTE 22/02/2014 20:24 Por favor: Seu comentário está aguardando moderação. FIM DA ECONOMIA CLÁSSICA E O ADVENTO DO COMUNISMO Quando escreví “O Reino da Liberdade” há 07 (sete) anos atrás, pouca gente entendeu o que eu estava escrevendo. Foi publicado em dois jornais locais aqui de fortaleza “O Povo” e “A Folha do Ceará”. Depois publiquei na Internet, no meu blog, neste site do Leonardo Boff e em outros. Agora vou para as vias de fato. O trabalho abstrato perdeu a sua dimensão ontológica. Não há mais razão para sua existência. Ele era a raiz de toda a economia milenar que produzia valor. A idéia sobre o fim do trabalho abstrato, da economia sem valor, do dinheiro sem valor remete-nos 24 séculos de espera. Quem primeiro pensou numa sociedade sem trabalho, com a produção zero valor e o dinheiro sem valor, foi o filósofo Aristóteles ( séc IV a.C.), quando disse: “Se o tear (instrumento artesanal de fiação) trabalhasse sozinho, não precisaria de senhor nem de escravo”. Esta idéia foi retomada por Karl Marx em 1857-8, no seu livro os Grundrisse (Borrões, em 03 vols.), onde ele resgata Aristóteles com a nova roupagem tecnológica atual. A Cibernética de Norbert Wiener e sua extensiva informática que culminou na robótica, abriu as portas para o comunismo, com esta revolução eletrônica que estamos a passar. O próprio capitalismo inventou a corda para se enforcar – o comunismo cibernético. A robótica que quase eliminou com o espaço/tempo, acabou extinguindo com o trabalho abstrato (entidade social que criava valor, segundo Marx), com o valor da produção e liquidou com o valor do dinheiro, que é a manifestação do trabalho abstrato e o valor. Esta nova civilização que haverá de vir brevemente, eliminará com os problemas climáticos e ecológicos, pois foi a sociedade consumista que provocou o desastre ecológico. Não haverá mais consumismo na nova civilização. Estamos chegando à Terra Prometida. Estamos entrando numa sociedade onde haverá pouco trabalho e muito ócio criativo, como sonhava Karl Marx no reino da liberdade. Não chamem os Ludista, como a matéria publicada na revista “Carta Capital” da semana passada. Não precisamos quebrar as máquinas para que retorne o emprego estrutural. Deixem a robótica evoluir até chegar ao comunismo cibernético – sonho da humanidade há 2.400 anos.

Não percas esta mensagem de blog!

Não percas esta mensagem de blog!

Odeciomendesrocha Mendes Rocha
22 de fevereiro próximo a Fortaleza
Odeciomendesrocha Mendes Rocha LINK PERMANENTE
22/02/2014 20:24
Por favor: Seu comentário está aguardando moderação.
FIM DA ECONOMIA CLÁSSICA E O ADVENTO DO COMUNISMO
Quando escreví “O Reino da Liberdade” há 07 (sete) anos atrás, pouca gente entendeu o que eu estava escrevendo. Foi publicado em dois jornais locais aqui de fortaleza “O Povo” e “A Folha do Ceará”. Depois publiquei na Internet, no meu blog, neste site do Leonardo Boff e em outros. Agora vou para as vias de fato.
O trabalho abstrato perdeu a sua dimensão ontológica. Não há mais razão para sua existência. Ele era a raiz de toda a economia milenar que produzia valor.
A idéia sobre o fim do trabalho abstrato, da economia sem valor, do dinheiro sem valor remete-nos 24 séculos de espera.
Quem primeiro pensou numa sociedade sem trabalho, com a produção zero valor e o dinheiro sem valor, foi o filósofo Aristóteles ( séc IV a.C.), quando disse: “Se o tear (instrumento artesanal de fiação) trabalhasse sozinho, não precisaria de senhor nem de escravo”. Esta idéia foi retomada por Karl Marx em 1857-8, no seu livro os Grundrisse (Borrões, em 03 vols.), onde ele resgata Aristóteles com a nova roupagem tecnológica atual.
A Cibernética de Norbert Wiener e sua extensiva informática que culminou na robótica, abriu as portas para o comunismo, com esta revolução eletrônica que estamos a passar.
O próprio capitalismo inventou a corda para se enforcar – o comunismo cibernético.
A robótica que quase eliminou com o espaço/tempo, acabou extinguindo com o trabalho abstrato (entidade social que criava valor, segundo Marx), com o valor da produção e liquidou com o valor do dinheiro, que é a manifestação do trabalho abstrato e o valor.
Esta nova civilização que haverá de vir brevemente, eliminará com os problemas climáticos e ecológicos, pois foi a sociedade consumista que provocou o desastre ecológico. Não haverá mais consumismo na nova civilização.
Estamos chegando à Terra Prometida. Estamos entrando numa sociedade onde haverá pouco trabalho e muito ócio criativo, como sonhava Karl Marx no reino da liberdade.
Não chamem os Ludista, como a matéria publicada na revista “Carta Capital” da semana passada. Não precisamos quebrar as máquinas para que retorne o emprego estrutural. Deixem a robótica evoluir até chegar ao comunismo cibernético – sonho da humanidade há 2.400 anos.